terça-feira, 21 de setembro de 2010

Praxa-me


Nesta terra que'é LISBOA
Há um curso d'excelência
Onde o people and'à toa
A gastar inteligência.
Damos cabo da cabeça
Queimamos os dois neurónios
Por amor à aspirina
Ou a outra droga fina.


E sou praxado
E não me queixo
Sou torturado
E gosto e deixo
E com orgulho
Vou correndo p'ra ti....... FARMÁCIA!
lálálálálálá FARMÁCIA!


E agora que aqui estou
Trarei sempre na lembrança
O roxo da alegria
E a palmeira da esperança.
De casa ao Castelinho
Não int'ressa a distância
Eu amo ser Caloirinho,
Nada mais tem importância!

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